thiago labliuk

sobre thiago

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Thiago Labliuk soma mais de 14 anos de experiência com desenvolvimento de softwares para setores bancários e de seguros. Há 10 anos dedica-se à Gestão de Riscos, Controladoria Financeira, Auditoria Interna, Controles Internos, Compliance e Segurança da Informação.

 

Desde 2013 está imerso em projetos de Governança, Riscos e Compliance (GRC), buscando otimização de metodologias, boas práticas e custos das áreas de controle sob o olhar de inovação tecnológica na era digital, principalmente tratando-se de Data & Analytics.

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Atualmente vem impulsionando a transformação das áreas de GRC do mercado, com uma visão estratégica e tecnológica, apoiando as empresas na construção de um portfólio de soluções e iniciativas de inovação, que consigam trazer otimização na execução de tal estratégia, com gestão adequada dos riscos.

 

Hoje atua na liderança de importantes transformações as áreas de controle, como responsável pela condução e entrega de todos os projetos de GRC da Bravo GRC. Projetos que envolvem revisão metodológica, fortalecimento cultural, definição técnica da melhor opção tecnológica e otimização de processos para uma gestão de riscos preventiva e presente.

Dentre os segmentos que vem atuando, podemos destacar:

  • Mineração

  • Logística

  • Bancos

  • Seguradoras

  • Indústria de Alimentos

Adicionalmente, é criador de uma das primeiras inteligências artificiais para o mundo de GRC. Uma inteligência artificial que nasce com a missão de explorar as conexões de todo o ecossistema de Governança de nossos clientes, parceiros e mercado, com o objetivo de elevar a experiência de uso, somando tecnologia, processos e pessoas. Uma assistente que sabe falar tanto com o board quanto com o seu analista com a intensidade, independência e clareza necessárias para expor e explorar cenários de exposição indesejados.

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temas abordados:

Gestão de Riscos 

Em um tempo onde fazer negócios fora do ambiente digital soa como absurdo, exploro a permanência da necessidade em se ter uma gestão de riscos que acompanhem de fato a sofisticação do formato de fazer negócios, na mesma velocidade e granularidade. Uma  abordagem digital para a gestão de riscos, que priorize a resiliência e proteção dos negócios, considerando os novos aspectos operacionais da companhia, bem como preocupações emergentes e prioritárias para essa década como os aspectos sociais e ambientais. Essa transformação de abordagem das áreas de riscos e da própria governança junto do corpo operacional da companhia passa por ajustes de processos, tecnologia e, principalmente, cultura.

nessa era digital, social e ambiental

Governança Corporativa e Compliance

Estar em Compliance é inovador. Como podemos tirar um novo valor de temas que existem a muito tempo, mas em grande parte das companhias é algo subestimado. Nesta pauta costumo provocar como as companhias estão ou deveriam estar se preparando para uma nova era que se faz necessário ter novos comportamentos e formas de fazer negócios. Cuidados e preocupações que precisamos ter em qualquer processo de transformação, que possa gerar de fato vantagem competitiva, considerando o apetite da administração e transparência com relação aos desafios. O chave pode ser evitar a fobia por transformação, pensando e analisando com cuidado, mas não lentamente, o que de fato precisa ser transformado.

ESG do ponto de vista da Governança

 Em uma nova década que se faz necessário mudanças estruturais da economia, onde a sustentabilidade se torna algo primordial para a manutenção de tudo aquilo que sustenta a geração de valor, temos muitas dúvidas e necessidade de debate em entender de fato os ganhos que podemos ter nos investimentos entre Impacto Social e Impacto Ambiental, sem esquecer do que orquestra esse investimento e manutenção dos retornos, a Governança. Falar sobre ESG é falar sobre incertezas sobre o que transforma uma empresa, sobre temas que sempre foram importantes e agora se tornam obrigação para manutenção de sua vantagem competitiva. Nesta pauta comento o que observo de ordem prática para que possamos observar e monitorar todas essas ações, para que deixem de ser apenas ações e passem a ser comportamento dos acionistas, colaboradores e sociedade.

Gestão Risco de Modelos

Vivemos rodeados de algoritmos e dados. Isso vai desde nossa opção pode consumo de transporte, alimentação, bem estar, relacionamento, saúde, etc. Em algumas situações sentimos decidir, mas na verdade somos induzidos a escolhas que foram sugeridas por algoritmos que passam a nos conhecer melhor que nós mesmos. Uma confiança e conforto que pode ser desastrosa se determinada lógica de sugestão seja calculada de forma incorreta ou sua forma original passou a não capturar de forma assertiva determinado comportamento. Ofertar serviços de forma massificada e com tom pessoal virou o grande desafio e valor a ser explorado pelos diversos cientistas de dados que as empresas passaram a dar maior atenção. Entretanto, saber controlar, validar, monitorar e ajustas problemas passa a ser um item obrigatório para qualquer oferta de serviço baseada em algoritmos que trabalham diretamente com a experiência do usuário. Garantir a segurança dos negócios e assertividade na oferta de serviços são preocupações inerentes a esse novo momento e gerir tais riscos de modelos é mais que necessário.

Gestão de Riscos Cibernéticos

Hoje é mais comum do que se tenha percebido que a maior parte das nossas interações de consumo é realizada em alguma “nuvem”. Os produtos e serviços passam a ser digitais. Ao invés de dinheiro, podemos usar o relógio como meio de pagamento digital, ir ao banco é algo raro para muitos, reuniões são distantes e próximas ao mesmo tempo, e podemos dar diversos exemplos de como todo o valor intelectual e de bens estão sendo tradados pela internet. Internet que possuem muitos endereços e maior anonimato, para realização de atividades que possam destruir completamente a reputação de marcas e perda de valor. Não cuidar da segurança de seu negócio nos dias de hoje é esperar para virar estatística negativa. Ao mesmo tempo, os gestores de Segurança da Informação, ainda encontram dificuldades em conseguir orçamento necessário para realizar a proteção devida, talvez por dificuldade de comunicação com o mundo de negócios, que agora passa a ter a necessidade de uma alfabetização digital maior, bem como o pessoal técnico, passa a ter a necessidade de conhecer melhor o negócio, para encontrarem soluções adequadas e não exageradas para cada cenário. Como encurtar e sustentar essa relação técnica e de negócios é onde exploro minha vivência sobre como gerir tais riscos.

Inteligência Artificial (AI)

Um dos temas mais falados nos últimos anos e certamente premissa para se ter uma oferta de serviço nos próximos anos. Saber entender que hoje a AI é uma ferramenta e não necessariamente resultado. Certamente uma ferramenta que consegue ter um poder de aprendizado e predição acima da nossa capacidade, mas que ainda não faz mágica. Entender que se faz necessário termos mecanismos autônomos para melhorar a oferta de serviços das companhias é algo inevitável, também não podemos esquecer que os erros também podem ser de larga escala se não controlados e monitorados. Cuidar do correto entendimento sobre o tema, segurança e alinhamentos dos algoritmos políticas, estratégias da companhia é de extrema importância para a saúde dos negócios. Aqui exploro além de aspectos técnicos, aspectos estratégicos de como podemos avaliar se AI é viável ou não para cada contexto e como pode ser viável.

Inteligência Artificial (AI) para Governança, Riscos e Compliance

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