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A Saúde Mental não só imposta (e muito) como faz parte do jogo

O mundo todo ficou muito surpreso quando, na semana passada, a atleta e já medalhista olímpica Simone Biles decidiu abandonar nada menos que cinco competições de ginástica artística nas Olimpíadas de Tóquio para cuidar da sua saúde mental. Entre o momento do abando de prova e a confirmação da informação especulou-se que a americana de 24 anos havia se lesionado. É pouquíssimo provável que tenha passado pela cabeça de alguém que a razão pela qual ela tenha deixado de competir tivesse sido psicológica.


Esse gesto de Simone diz muito aos atletas olímpico, os não olímpicos, os amadores, os ocasionais (como a maioria de nós, por mais que não gostemos de admitir) e até aos que não praticam esporte algum. Nas entrelinhas Simone disse: Saúde mental importa e não pode mais ser deixada de lado, como um tema complementar.

Tatiana Pimenta, co-fundadora da Vittude, discorre sobre o tema da segurança emocional no ambiente de trabalho, onde os colaboradores podem ter o conforto de compartilhar os seus sentimentos para que possam ser ajudadas pelos seus pares e líderes.

Vou além para dizer que o equilíbrio psicológico faz parte do esporte e da vida profissional como um todo. Digo isso não apenas para ressaltar a grandeza da conquista da "nossa" Rebeca Andrade que ganhou duas medalhas (um ouro e uma prata) mas também para chamar a atenção para a grande relevância de termos atenção às nossas emoções, principalmente neste momento pandêmico e cheio de incertezas, para nos mantermos saudáveis, felizes e produtivos, por consequência.


No seu blog do Jornal O Globo, Luana Génot conta sobre a importância que o acompanhamento psicológico no seu ciclo olímpico teve para a sua performance nos Jogos de Tóquio. Leia

Nós da CBJ Speakers deixamos os nossos parabéns aos atletas brasileiros que superaram grandes desafios para chegarem ao Japão e nos orgulharem com uma performance histórica!


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